Direito do Mercado de Capitais Sob o Signo da Crise
Financeira
Comparação entre Brasil e Alemanha
A palavra „Crise Financeira“ foi eleita
pela Sociedade da Língua Alemã como “Palavra
do Ano de 2008”. Foi premiada, desta forma, a crise do sistema
bancário e financeiro global, iniciada no ano 2007 com a
crise imobiliária e subprime nos Estados Unidos, resultando,
subsequentemente, no mundo inteiro em prejuízos e insolvências
de empresas da área financeira, e, a partir do final de 2008,
na derrocada da economia real. A questão sobre se e como
o mundo financeiro pode ser salvo, ocupa neste meio tempo os governos
de todos os países e até as Nações Unidas,
sendo que Brasil e Alemanha não parecem ter sido afetados
da mesma forma.
Ao jurista se colocam no mínimo três
questões instigantes: 1. Como foi possível que o Mercado
de Capitais fracassasse completamente, ou seja, como foi possível
que deixasse agravar a crise e abrisse mão da sua tarefa
de proteção individual do aplicador e da proteção
funcional do Mercado de Capitais e da Economia? 2. Como deverá
ser configurado o Direito do Mercado de Capitais no futuro para
evitar eficientemente que o crash se repita? 3. Pode o Brasil ter
esperanças de superar a crise melhor do que outros países?
Em novembro, o Congresso da DBJV, que terá
lugar em Frankfurt, cidade dos bancos e da bolsa de valores, espera
dos seus ilustres palestrantes respostas claras a estas perguntas.
Veja
aqui o programa do congresso.
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